Atenção, telas e a experiência cotidiana
O que a vida digital reorganiza em nossa atenção, nosso desejo e nossa relação com o tédio.
Ler ensaioDoutorando em Filosofia pela UFRJ, professor e coordenador acadêmico na FGV e engenheiro no BNDES. Pesquisa ceticismo, Montaigne, julgamento, experiência e ação sob incerteza.
Ensaios e reflexões sobre ceticismo, filosofia prática, julgamento, incerteza, educação, trabalho, música e vida pública.
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Ricardo RazukProfessor · pesquisador · engenheiro
O que a vida digital reorganiza em nossa atenção, nosso desejo e nossa relação com o tédio.
Duas respostas filosóficas distintas à consciência da mortalidade e à busca de sentido.
O ceticismo de Montaigne e Sylvia Giocanti como convite à moderação, ao diálogo e ao Estado laico.
Desempenho e reconhecimento não podem se tornar a medida do valor humano.
Educar e liderar exige discernimento entre proteção necessária e desafios que formam.
Reconhecimento, desigualdade e pertencimento ajudam a compreender a fragilidade dos vínculos democráticos.
Montaigne ajuda a distinguir isolamento, solidão e a possibilidade de fazer companhia a si mesmo.
A esperança como uma forma de realismo diante da incerteza, em diálogo com Ariano Suassuna e Montaigne.
Uma reflexão sobre Montaigne, Sylvia Giocanti e a constituição de si na relação com o mundo.
Na computação, a expressão “garbage in, garbage out” resume uma ideia simples: dados de baixa qualidade tendem a produzir resultados de baixa qualidade. No uso da inteligência artificial, essa máxima é…
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