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Disciplina · Investimentos & Gestão de Carteiras

Investimentos &
Gestão de Carteiras

Risco, retorno, diversificação, precificação de ativos e construção de carteiras. A disciplina organiza a teoria como processo decisório: medir, combinar, precificar, testar e julgar.

Central da turma · Acesso por senha

13 capítulos, exercícios, calculadoras e cinco planilhas Excel, com acesso aos laboratórios de carteiras e CAPM.

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Visão geral

Do risco individual à carteira e da carteira ao equilíbrio de mercado.

O núcleo didático usa os materiais traduzidos de Bodie, Kane & Marcus para conectar diversificação, fronteira eficiente, modelos de índice, CAPM, multifatores, eficiência de mercado e evidência empírica.

01

Risco depende de combinação

O risco da carteira não é a média do risco dos ativos. Covariância e correlação determinam o benefício da diversificação.

02

Eficiência é relação

Uma carteira é eficiente apenas em relação às alternativas disponíveis: maior retorno para dado risco ou menor risco para dado retorno.

03

Preço exige risco sistemático

CAPM e modelos multifatoriais deslocam o foco do risco total para a parcela de risco que não desaparece pela diversificação.

04

Modelo não é realidade

Fronteiras, betas e simulações dependem de premissas. A análise precisa testar sensibilidade, estabilidade e limites do modelo.

Percurso

Construir, precificar e testar carteiras.

O percurso segue a progressão conceitual dos capítulos 7 a 13, mas reorganizada como sequência de decisão.

1
Diversificação

Correlação, covariância e risco de carteira

Separar risco sistemático de risco específico e entender por que combinar ativos pode reduzir risco sem reduzir retorno na mesma proporção.

2
Otimização

Fronteira eficiente e carteira de tangência

Construir o conjunto de oportunidades, a carteira de variância mínima, a CAL e a carteira ótima de risco.

3
Precificação

Modelos de índice e CAPM

Passar da carteira ótima para o equilíbrio: beta, prêmio de risco, CML, SML e retorno exigido.

4
Extensões

APT e modelos multifatoriais

Abandonar a dependência de um único fator e discutir exposições sistemáticas alternativas.

5
Crítica

Eficiência, comportamento e evidência empírica

Confrontar os modelos com anomalias, vieses, custos, iliquidez e resultados observados nos mercados.

Laboratórios

Teoria que pode ser manipulada.

Os materiais foram organizados em dois ambientes interativos: um laboratório de carteiras e um núcleo de CAPM, cada um com experiência separada para aluno e professor.

Biblioteca curricular

Bodie, Kane & Marcus · capítulos 7 a 13.

A biblioteca traduzida será organizada como material de aula restrito, preservando capítulos, exercícios, slides e recursos associados sem misturar conteúdo do aluno com gabaritos e notas docentes.

Cap. 7

Carteiras de risco ótimas

Diversificação, carteiras de dois ativos, fronteira eficiente, Sharpe e Markowitz.

Cap. 8

Modelos de índice

Modelo de índice único, decomposição de risco e construção de carteiras.

Cap. 9

CAPM

Equilíbrio, carteira de mercado, CML, SML, beta, liquidez e beta zero.

Cap. 10

APT & multifatores

Arbitragem, múltiplas fontes de risco e modelos fatoriais.

Cap. 11

Mercados eficientes

Informação, preços, gestão ativa, gestão passiva e hipóteses de eficiência.

Cap. 12

Finanças comportamentais

Vieses, limites à arbitragem, comportamento e análise técnica.

Cap. 13

Evidência empírica

Testes dos modelos de retorno, anomalias e confronto entre teoria e dados.

Integração

Da teoria à carteira

Combinar otimização, precificação, evidência e julgamento para construir uma política de investimento defensável.

Método

Medir, combinar, precificar, testar.

Medir. Estimar retorno, volatilidade, covariância, correlação e exposições sistemáticas sem esquecer o erro de estimação.

Combinar. Construir carteiras e visualizar o conjunto de oportunidades, a fronteira eficiente e os efeitos da diversificação.

Precificar. Relacionar retorno exigido e risco sistemático por CAPM, modelos de índice e fatores.

Testar. Confrontar os modelos com cenários, Monte Carlo, evidência empírica, comportamento e limites institucionais.

Próximo passo

Uma carteira boa não é a que parece ótima na planilha, mas a que continua defensável quando as premissas mudam.